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Psicóloga para Adolescentes em Porto Alegre para Jovens de 12 a 18 Anos

Se você é pai ou mãe de um adolescente, sabe que essa fase traz desafios que nem sempre é fácil acompanhar de perto. Seu filho pode estar mais fechado, irritado, ansioso ou diferente do que era e nem sempre ele aceita conversar sobre o que está sentindo.

 

Isso não significa que ele não precisa de ajuda. Significa que ele precisa de um espaço que não seja o da família onde possa falar sem medo de preocupar ou decepcionar.

Se você é adolescente e chegou até aqui por conta própria: isso diz muito sobre você. Buscar ajuda não é fraqueza. É perceber que algo está pesando e decidir fazer algo a respeito e isso exige coragem. A terapia é um espaço só seu. O que você falar aqui fica aqui.

 

Sou Marlene Luz, psicóloga (CRP 07/20934) e psicanalista em Porto Alegre, com 15 anos de experiência clínica e especialização no atendimento de adolescentes com atendimento presencial em Porto Alegre ou Online.

Atendimento psicológico só com Psicóloga: inscrição ativa no Conselho Regional de Psicologia.

Quando buscar uma psicóloga para seu filho adolescente?

A adolescência é uma fase de transformações intensas no corpo, nas relações, na identidade. Nem tudo que parece problema é problema. Mas alguns sinais merecem atenção:

 

Comportamento e emoções:

- Isolamento progressivo, deixando de sair e ver amigos

- Irritabilidade constante ou explosões emocionais frequentes

- Tristeza persistente ou sensação de vazio

- Choro frequente sem conseguir explicar o motivo

- Mudanças bruscas de humor

 

Escola e rotina:

- Queda no rendimento escolar sem causa aparente

- Recusa em ir à escola

- Dificuldade de concentração e foco

 

Comportamentos de risco:

- Uso de álcool ou outras substâncias

- Automutilação ou pensamentos de se machucar

- Comportamentos impulsivos ou agressivos

- Transtornos alimentares 

 

Identidade e relacionamentos:

- Conflitos intensos em casa que não se resolvem

- Dificuldades nos relacionamentos com amigos ou namorados

- Questões de identidade, sexualidade ou pertencimento

- Bullying ou situações de violência

 

Situações de vida:

- Separação dos pais

- Perdas e lutos

- Mudança de escola ou cidade

- Pressão por desempenho acadêmico

 

Se você se identificou com algum desses pontos, uma conversa inicial pode ajudar a entender o que está acontecendo.

Como funciona o atendimento com adolescentes?

O atendimento com adolescentes tem uma dinâmica própria.

O adolescente precisa sentir que aquele é um espaço dele: não uma extensão dos pais, não mais um adulto dizendo o que ele deve fazer.

 

Por isso, as sessões individuais com o adolescente são preservadas e sigilosas. O que ele compartilha nas sessões fica entre nós, exceto em situações de risco à vida, quando o sigilo é necessariamente quebrado para garantir sua segurança.

 

Os pais participam do processo nas seguintes etapas:

 

Anamnese: converso com os pais antes de iniciar o atendimento para entender o histórico e o contexto familiar.

 

Acolhimento: o adolescente é recebido com respeito e sem julgamentos, no seu próprio ritmo.

 

Devolutivas: os pais recebem retornos periódicos sobre o andamento do processo, sem quebrar o sigilo das sessões individuais.

 

Esse equilíbrio entre o espaço do adolescente e o envolvimento dos pais é fundamental para que o processo funcione.

Para quais situações o atendimento é indicado?

Atendo adolescentes que estão passando por situações como:

- Ansiedade, insegurança e medo do julgamento dos outros

- Tristeza persistente ou sintomas de depressão

- Dificuldades nos relacionamentos com família, amigos ou namorados

- Questões de identidade e autoconhecimento

- Pressão por desempenho e medo de fracassar

- Luto e perdas

- Adaptação a mudanças familiares

- Bullying e situações de violência

- Automutilação ou pensamentos de se machucar

- Suspeita ou diagnóstico de TDAH, ansiedade ou outros transtornos

Orientação parental

Nem sempre a demanda começa pelo adolescente. Às vezes são os pais que precisam de um espaço para entender como se aproximar do filho, como reagir diante de comportamentos difíceis ou como lidar com situações que parecem não ter saída.

 

A orientação parental é indicada para pais que:

 

- Sentem que perderam o diálogo com o filho adolescente

- Não sabem como abordar temas difíceis como sexualidade, drogas ou saúde mental

- Estão passando por separação e querem minimizar o impacto sobre o filho

- Têm um filho com diagnóstico recente e precisam de orientação sobre como apoiá-lo

- Sentem que a relação com o filho está muito desgastada e querem reconstruir o vínculo

 

A orientação parental pode acontecer em paralelo ao atendimento do adolescente ou de forma independente, conforme a necessidade de cada família.

Perguntas frequentes dos pais

Meu filho não quer fazer terapia. O que fazer? É comum que adolescentes resistam no início. Forçar costuma piorar a situação. O que ajuda é apresentar a terapia como um espaço dele, não como uma punição ou obrigação. Muitos adolescentes que chegam resistentes acabam se engajando quando percebem que o espaço é seguro e sem julgamentos. Posso conversar com você sobre como abordar o assunto com seu filho.

Os pais ficam sabendo o que meu filho fala nas sessões? Não. O sigilo das sessões individuais é preservado. Os pais recebem retornos sobre o andamento do processo, mas o conteúdo das sessões é confidencial, exceto em situações de risco à vida.

Com que frequência acontecem as sessões? As sessões são semanais, com duração de 50 minutos.

Como agendar? Entre em contato pelo WhatsApp. Responderei em breve para conversarmos sobre disponibilidade e como podemos começar.

Sobre a Psicóloga Marlene Luz

Sou Marlene Teresinha da Luz, psicóloga e psicanalista em Porto Alegre, com 15 anos de experiência clínica e especialização no atendimento de adolescentes.

 

A adolescência é uma das fases que mais me interessa clinicamente: um tempo de construção de identidade, de conflito com o mundo e de descoberta de si mesmo. Acompanhar esse processo exige uma escuta especializada, que respeite a singularidade de cada jovem sem tentar enquadrá-lo em padrões.

 

Tenho formação em Psicanálise pela Après Coup de Porto Alegre, com abordagem Freud-Lacan, e sou Coordenadora do Primeiro Ano do curso de Formação em Psicanálise da Après Coup.

 

CRP 07/20934

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